Foram quatro novas viaturas, sendo dois gols e duas blazers
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DE VOLTA PARA CASA
Aprovado por unanimidade na sessão da última quinta-feira, 30, na Câmara Municipal de Ribeirão, o Projeto de Lei no. 262/09, que proíbe a alimentação e a manutenção de pombos domésticos em praças, vias, prédios e locais de acesso público na zona urbana do município de Ribeirão Preto.
A medida parece ser simples e é. Após várias discussões a respeito desse assunto e aliais muita polêmica, percebi que uma medida simples e primordial não havia sido tomada no município: a conscientização da população quanto à criação deste simpático animal; simpático e perigoso.

O projeto agora aguarda a sanção da nossa prefeita, Dárcy Vera. O assunto merece uma atenção especial do nosso município e não pode ser deixado de lado, esse projeto é apenas uma das medidas necessárias para controlar a super população dessa espécie.
Algumas Doenças que podem ser transmitidas pelos pombos:
Criptococose: Germes contidos nas fezes das pombas disseminam-se no ar após secagem, é pela inalação do pó das fezes que a doença é transmitida, podendo conduzir a sérias afecções dos pulmões (como pneumonias), artrites e, sobretudo meningites. Os sintomas são: febre, tosse, dor torácica, cefaléia, sonolência, menor acuidade visual, confusão mental.
Salmonelose: Transmitidos através da ingestão de alimentos crus ou mal cozidos, contaminados com fezes de pombo e pelas águas dos chafarizes. Doença infecciosa aguda do sistema digestivo, provocando gastrenterites graves. Alguns dos sintomas são: febre, diarréia, vômitos.
Ornitose e Psitacose: Penetram no organismo e disseminam-se como um vírus causa infecção aguda no sistema respiratório. Os sintomas são: febres altas, cefaléia, bronquite, pneumonia e, alguns casos, desordens psíquicas, inflamações nos olhos ou até cegueira.
Tuberculose aviária: Os pombos são portadores de duas das três mycrobactérias da tuberculose. Só o subtipo aviário é transmissível aos Humanos. A infecção persiste nos corpos dos pombos mortos até dois anos.
Gripe das aves (H5N1): Os pombos, sem doenças, são considerados resistentes a esta estirpe de gripe aviária, o que não acontece com as aves doentes. É pela inalação do pó das fezes que a doença é transmitida.

Político com prazo de validade
Pode parecer utopia, mas sempre acreditei que se uma pessoa decide por entrar na vida política deve fazê-lo por ideais comunitários, sempre com o objetivo de buscar uma sociedade mais justa e melhor para o convívio das pessoas. Afinal, ser político na melhor expressão da palavra é dedicar-se a outros, buscar resolver os problemas que mais afligem a comunidade em que se está inserido, seja ela municipal, regional, estadual ou mesmo nacional.
Nesta busca por, literalmente, um mundo melhor e mais próximo dos nossos sonhos, o político dedica seu trabalho e, muitas vezes, sacrifica carreira pessoal e objetivos individuais. Por isso, é necessário traçar um plano de ação que contemple também a satisfação pessoal daquele que serve sua comunidade.
O que vemos atualmente é a política sendo praticada como carreira de ascensão social e financeira. A atual crise de credibilidade da classe política tem no “carreirismo” uma de suas bases, pois aquele que enxerga no cargo político seu meio de subsistência para a vida toda é capaz de realizar os mais escusos e antiéticos acordos para manter-se no chamado “poder”.
Acredito que um dos caminhos da busca da valorização dos cargos políticos e do resgate da imagem do político como cidadão que dedica-se é a restrição ao número de vezes em que uma mesma pessoa pode ser eleita para um cargo legislativo. Defendo que a reeleição para o mesmo cargo aconteça uma única vez, ou seja, um vereador, deputado federal ou deputado estadual tenha o direito a exercer, no máximo, dois mandatos consecutivos, o que atualmente dá quase uma década de prestação de serviço a comunidade.
A restrição a reeleições consecutivas abre as instituições para a renovação constante, o oxigenamento tão necessário a discussão de novas idéias e ideais. Termina com o carreirismo e faz com que os políticos busquem planejar melhor seus mandatos, sabendo que eles tem “prazo de validade”. Seria ingenuidade imaginar que um único mandato é suficiente para que um trabalho sério e consistente mostre resultados práticos em todos os campos de atuação, pois sabemos que os processos legislativos em nosso país são lentos. Mas, restringindo a ação dos legisladores em dois mandatos força-se a agilidade, pois o tempo determinado para “mostrar a que veio” obriga o eleito a dinamizar sua atuação.
Defendo a idéia e defenderei a lei que restringirá a reeleição de vereadores, deputados e senadores a dois mandatos consecutivos num mesmo cargo. Político tem sim que ter prazo de validade!
Político com prazo de validade
O projeto já está protocolado na Justiça e agora começa a campanha pelo recolhimento de assinaturas por todo o país. Marcelo Palinkas deu início a um grande movimento para aprovar no Congresso uma mudança constitucional importante, a de que um político só poderá reeleger-se para o mesmo cargo legislativo uma única vez, o que limita em dois mandatos a carreira de um vereador, de um deputado estadual, de um deputado federal e de um senador da república. O objetivo é que a renovação seja obrigatória, num país onde muitos fazem da política seu modo de vida, perpetuando-se no poder anos a fio e a cada mandato fazendo todo o tipo de acordo para manter-se no cargo. Polêmica, sem dúvida, a ideia agora ganha as ruas e já começa a receber todo o tipo de apoio, desde cidadãos comuns inconformados com as carreiras políticas que algumas pessoas perseguem, até entidades que lutam pela moralidade nas instituições políticas do país.
O próprio Marcelo Palinkas, candidato a Deputado Federal neste ano, firma seu compromisso de, se eleito, tentar uma única reeleição, independentemente da nova lei já estar em vigor ou não. Palinkas sempre acreditou na renovação e reforça “dois mandatos hoje em dia somam quase uma década, é tempo suficiente para um cidadão dar sua contribuição política a comunidade. Caso queira continuar contribuindo, que se candidate a outro cargo e faça com que a renovação seja constante nas instituições”, completa.